Um único voo de drone sobre a sua vinha mapeia do que é feito o solo — quanto de pedra, quanto de argila, e a fertilidade natural — em cada metro quadrado. Sem escavações, sem semanas de espera por resultados de laboratório.
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Ande de uma ponta à outra de uma parcela de vinha e o solo por baixo raramente se mantém igual. Algumas zonas têm mais pedra e drenam depressa; outras retêm argila que mantém a água e os nutrientes por mais tempo. Essa diferença molda discretamente o vigor das vinhas, a pressão de doenças, e a forma como a parcela amadurece — muito antes de se notar à superfície.
Um drone consegue captar o mesmo sinal ténue e totalmente natural que todo o solo emite, e transformá-lo num mapa detalhado: quanto do terreno é pedra versus argila, e onde se concentra o potássio natural — um nutriente-chave para as vinhas. É a mesma ideia de base de uma análise de solo em laboratório, mas cobrindo toda a vinha num único voo em vez de um punhado de amostras escavadas.
O que isto lhe diz
Onde o terreno drena bem e onde fica encharcado — útil para decidir onde a pressão de doenças fúngicas será maior numa primavera húmida. Onde a fertilidade natural já é alta, para não a sobre-adubar, e onde é baixa, para não a subservir. E, para novas plantações, que partes de uma parcela são realmente adequadas às vinhas antes de dedicar anos de crescimento a descobri-lo da maneira difícil.
Um mapa contínuo de pedra, argila e fertilidade natural em toda a vinha — não apenas alguns pontos de amostra.
Direcione a adubação suplementar para as zonas que realmente precisam, em vez de aplicar a mesma quantidade em todo o lado.
Identifique as zonas húmidas e ricas em argila mais propensas a favorecer doenças fúngicas antes que uma estação chuvosa as transforme num problema.
Um voo de drone cobre toda a propriedade por uma fração do custo de uma amostragem de solo convencional — sem covas para escavar, sem amostras para enviar a um laboratório, sem semanas de espera por resultados.
Voando a apenas 25 metros de altitude, o drone consegue ler o sinal do solo mesmo através de coberto arbóreo ou de mato — para que possa avaliar o potencial de um terreno arborizado para vinha antes de gastar seja o que for a desmatá-lo.
Vinhas reais, variabilidade de solo real — eis com quem estamos a trabalhar.
Um produtor estabelecido da Bairrada, conhecido pelos seus tintos de casta Baga e pelo longo historial com os solos argilo-calcários da região.
luispato.com →
Uma propriedade em Souselas com solo argilo-calcário heterogéneo e elevada humidade atlântica — onde as decisões de drenagem e fitossanitárias dependem especialmente do solo.
priorlucas.pt →
Esquerda: o mapa de solo da Luís Pato, ainda a ser sobrevoado e processado. Direita: duas leituras de variabilidade do solo na parcela da Prior Lucas em Souselas, incluindo a concentração de potássio — cores mais quentes marcam maior concentração natural, cores mais frias o oposto.
Sem amostragem no terreno, sem semanas de espera por resultados de laboratório.
Um único voo, a apenas 25 metros de altitude, cobre toda a propriedade — incluindo terreno arborizado ou por desmatar, e terreno difícil de amostrar à mão.
O sinal natural que o solo emite é traduzido em composição de pedra/argila e zonas de fertilidade natural.
Uma referência duradoura para decisões de plantação, drenagem e adubação — o terreno não muda de uma semana para a outra.
Estamos a aceitar novos locais-piloto, a par da Luís Pato e da Prior Lucas.
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