Os verões do Alentejo são mais quentes e secos do que em qualquer outra região que cobrimos. A água é frequentemente limitada, racionada, ou dispendiosa — e as suas vinhas já trabalham perto do limite. Aqui, um palpite errado custa mais do que custaria mais a norte.
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As vinhas aqui operam mais perto da sede e do stress térmico do que as vinhas mais a norte. Isso significa que o mesmo pequeno erro numa estimativa de água importa mais: pouca demais, e já está a perder fruta antes de isso se notar; demasiada, e está a despejar um recurso escasso, e muitas vezes caro, na fileira sem benefício.
Com a água de rega frequentemente racionada ou medida em toda a região, conhecer o seu consumo real de água da cultura ajuda-o a gastar uma alocação limitada nos dias e nas parcelas onde realmente fará mais diferença — em vez de a espalhar uniformemente e esperar pelo melhor.
O que isto substitui
Em vez de regar por instinto ou esperar por sinais visíveis de stress — altura em que a produção ou a qualidade já foram muitas vezes afetadas — recebe uma leitura antecipada, ao nível da parcela, de quão depressa as suas vinhas estão a esgotar o seu orçamento de água.
Direcione a água de rega escassa ou racionada para as parcelas e os dias onde fará mais diferença.
Veja o consumo de água a subir antes de as vinhas o mostrarem visivelmente — enquanto ainda há tempo para reagir.
Ajustados às condições do Alentejo, não diluídos por uma média nacional mais amena e húmida.
Sem sensores para instalar, sem curso de meteorologia necessário.
Imagens de satélite cobrem a sua vinha automaticamente, dia após dia, mesmo em grandes propriedades.
Traduzido numa estimativa direta de evapotranspiração, ajustada ao calor e à secura locais.
Uma imagem clara de que parcelas precisam mais dela esta semana — útil quer a água seja abundante ou muito racionada.
Estamos a expandir região a região — diga-nos se o Alentejo deve ser o próximo.
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